Festa que lembra a libertação do Egito, cumprida em Cristo, o Cordeiro.
Na décima praga, cada família israelita sacrificou um cordeiro e passou o sangue nas portas: onde havia sangue, a morte passava adiante, é daí que vem o nome. A festa virou memorial anual e o Novo Testamento a lê como figura: Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. A última ceia foi uma refeição pascal, e foi ali que Jesus deu novo sentido ao pão e ao cálice.
“Vendo o sangue, passarei por vós”