O Filho eterno de Deus assumindo natureza humana em Jesus de Nazaré.
Não é Deus disfarçado de homem nem um homem que virou Deus. A igreja sempre confessou que em Jesus há duas naturezas, divina e humana, numa só pessoa, sem mistura e sem separação. Ele teve fome, cansou e chorou, e ao mesmo tempo perdoou pecados e recebeu adoração. É o que torna possível a salvação: só um homem poderia morrer em nosso lugar, e só Deus poderia dar valor infinito a essa morte.
“O Verbo se fez carne e habitou entre nós”