Centro intelectual grego onde Paulo pregou no Areópago.
Capital da filosofia e da arte, era uma cidade cheia de ídolos, o que comoveu Paulo profundamente. Convidado a falar no Areópago, ele não começou pelo Antigo Testamento, que aquela plateia não conhecia: partiu de um altar local dedicado ao deus desconhecido e chegou a citar poetas gregos. Anunciou a ressurreição, e a reação se dividiu entre zombaria, adiamento e fé. O resultado foi modesto, e a pregação, fiel.
“O seu espírito se comovia, vendo a cidade entregue à idolatria”